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Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

       Em alguma circunstância de trabalho ou estudo você já deve ter sem perguntado sobre a possibilidade de ter ou não TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), não é mesmo?

       Pois bem, vamos para uma breve explanação sobre o TDAH, mas não esqueça, caso tenha se identificado com quais quer dos sintomas, o diagnóstico deve ser feito por profissional qualificado (psiquiatra, neurologista, pediatra ou neuropediatra), não se automedique, toda medicação implica em um risco, caso não tenha assistência médica devida.

       Como todo transtorno mental, há um conjunto de sinais e sintomas, e devem ser reproduzidos em quais quer ocasião, ou seja, se apresentar esses sintomas em um único tipo de situação ou vivência, provavelmente não se trata de TDAH.

E como todo transtorno de neurodesenvolvimento, o TDAH tem inicio de acometimento na infância e persiste em maior ou menor proporção na vida adulta.

      Entre as queixas mais comuns são desatenção e/ou hiperatividade e impulsividade. Sim, há pessoas que tem todas as manifestações e outras somente a desatenção, ou ainda somente a hiperatividade e impulsividade.

Desatenção pode se manifestar:

- Infância: troca constante de brinquedos/brincadeiras, não completando a atividade, distração, dificuldade em manter o foco, esquecimento;

- Adolescência: menor persistência em tarefas acadêmicas ou que exijam foco, falta de atenção com detalhes;

- Adulto: desorganização, falta de planejamento de atividades, dificuldade de administrar o tempo.

Impulsividade e hiperatividade:

- Infância: inquietude, falta de percepção do perigo, acidentes, agitação, interrompe pessoas, dificuldade de respeitar regras;

- Adolescência: inquietude psíquica e motora, autocontrole prejudicado, assume riscos sem avaliar consequências;

- Adulto: desconforto físico e mental, inquietude, acidentes, impaciência, uso abusivo de substância psicoativa e decisões prematuras.

Caso se identifique, não deixe de procurar suporte adequado.

Lembre-se, a auto medicação nunca é a melhor escolha!

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